Parque Nacional de Glacier | Glacier Park

Ainda em Corvalis recebemos um telefonema do Kevin, tinha primas em Kallispell, junto ao Parque Nacional de Glacier e convidavam-nos a todos a ir visitar o parque e fazer rafting. O único obstáculo ao programa era o transporte já que eram precisas quatro horas de carro para lá chegar e nós éramos nove pessoas. Depois de ligar a quem de direito o Tod descobriu que no estado do Montana, embora não seja aconselhado, é possível levar passageiros na caixa aberta de uma carrinha. E assim nos pusemos todos ao caminho, seis na cabine e o Eric, o Garry e o Evan de cabelos ao vento e com a excelente oportunidade de estrear os casacos que tinham comprado no outlet da Patagonia.

Chegados a Kallispel, o serão foi muito animado, a jogar jogos em família.

Como combinado de véspera, o dia seguinte começou cedo. O Tod fez deste ponto questão na noite anterior, antecipando a demora que as movimentações da (enorme) corte que dirigia implicava. A comitiva seriam duas viaturas, a já familiar pick-up do Tod e a pick-up da prima do Kevin, com três lugares. Mas mesmo assim éramos 11, sem contar com os nossos anfitriões que nos acompanhariam, somaria mais três ao já respeitoso total: Jenn, a prima do Kevin mais o seu filho e enteada.

Faltavam cinco lugares, e sem alternativa os três corajosos rapazes – Evan, Erik e Garry, saltaram sem hesitar (como no dia anterior) para a caixa da carrinha do Tod. A expectativa de viajarem sem tecto a toldar as vistas excitava-os. Os dois lugares que faltavam couberam ao Kevin e à Jeanné, que à imagem dos três amigalhaços seguiram na caixa da pick-up conduzida pela Jenn, mas de forma muito mais romântica que os primeiros.

Estávamos todos muito entusiasmados com a perspectiva de poder ver mais um parque natural, eleito por muitos como o mais belo dos parques naturais de todos os Estados Unidos, e ainda para mais de graça! Entenda-se por gratuitidade não ter de pedalar para lá chegar.

Abastecidos para o almoço, seguimos em direcção à companhia de canoagem e rafting onde a Ann, irmã da Jenn, trabalha como guia de rafting. Aí largámos a pick-up mais pequena pois a Ann tinha alugado uma carrinha de 7 lugares onde poderíamos seguir até ao topo do parque tomando a estrada até-ao-Sol, já que, de acordo com os regulamentos do parque é proibido transportar passageiros na caixa aberta.

Alguns quilómetros depois de entrarmos no parque, parámos junto a um rio para as costumeiras fotografias e a Ann disse que já não haveria problema e por isso passaram quase todos para a caixa aberta para aproveitar a subida de uma das estradas mais bonitas dos Estados Unidos.

A subida era talhada na encosta e recortava inúmeros regatos que tinham sido ainda antes quedas de água ou pequenos fios brancos escorregando pelas rochas acima de nossas cabeças. Lá em baixo o rio e as copas das árvores eram-nos familiares mas a perspectiva muito diferente. O Tod e o Eric gritavam a plenos pulmões o quanto tudo era glorioso e toda a gente lá atrás sorria, e o sol brilhava nos seus dentes, e nos óculos escuros do Garry. Só eu (Pedro) fiz companhia ao Tod na escalada até ao cume.

Lá em cima, antes de nos aventurarmos numa caminhada (bastante bem definida) até ao lago no topo da montanha, tomámos o nosso almoço num piquenique improvisado à beira do parque de estacionamento e lá fomos a par com muitos outros caminhantes, numa bela passeata por terrenos alpinos até um lago belo e longo, com água pura e cristalina e provavelmente muito fria. Ficámos algum tempo a contemplar o belo cenário e tirar fotografias, conversando relaxadamente até o Tod nos lembrar que se sempre queríamos fazer rafting tínhamos que voltar depressa. Na descida apenas o Erik acompanhou o pai na cabine e todos os restantes tomaram um pouco da caixa para sentir o vento glaciar enquanto corríamos para apanhar o bote.

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While we were in Corvalis we received a call from Kevin, he had cousins in Kallispell, close to Glacier National Park and they invited all of us to go visit the park and do some rafting. The only obstacle was the transportation, since we needed a four-hour drive to get there and we were nine. After calling to the people who knew about the law, Tod found that in the state of Montana, even tough is not recommended, is not forbidden to carry passengers on the back of a open truck. And so we all set, six in the cabin and Eric, Evan and Garry with their hairs in the wind and with the excellent opportunity to try the coats they had bought at Patagonia’s outlet.

When we arrived in Kallispel we spent a really nice evening playing family games.

As agreed on the day before, the next day started early. Tod insisted on this the night before, anticipating the delay of moving such an enormous bunch of people. The committee would be two cars , the familiar truck and Kevin’s cousin truck, with three seats. But even then we were eleven, not counting our hosts who were coming with us, adding three to the eleven: Jenn, Kevin’s cousin, her son and her stepdaughter .

We were still missing five places, and with no alternative three brave boys – Evan, Erik and Garry, jumped without hesitation (just like the day before) to the box of Tod’s truck ‘s. The expectation of the traveling without a ceiling to enjoy the views excited them. The two places missing places were occupied by Kevin and Jeanné, who just like the three buddies occupied the back of the truck driven by Jenn, but in a much more romantic way than the first.

We were all very excited about the prospect of being able to see one more natural park, voted by many as the most beautiful national parks in the United States, and even more so for free ! We understand free as not having to ride our bikes to get there.

With the lunch already set, we followed towards the canoeing and rafting company where Ann, Jenn’s sister works as a rafting guide. There we dropped the smaller truck because Ann had rented a van for 7 persons where we could go to the top of the park taking the road to-the-Sun, since , according to the regulations of the park it is forbidden to carry passengers on the back of an open truck.

A few miles later we entered the park, we stopped by a river to the usual photos and Ann said that there would be no problem, and so almost everybody went to the back of the truck to take advantage of the climbing of one of the most beautiful roads in the United States .

The climb was carved into the hillside and cut out many brooks that had been even before waterfalls or small white wires slipping on the rocks above our heads . Down in the river and the treetops were familiar to us but in a very different perspective. Tod and Eric shouted loudly how everything was glorious and everyone smiled back there, and the sun shone on their teeth, and on Garry’s sunglasses. Only me (Pedro) stayed inside the cabin making company to Tod in the climb to the summit.

At the top, before we venture a hike (a fairly well defined one) to the hidden lake at the top of the mountain, we took our lunch in a impromptu picnic on the edge of the car park and there we were side by side with many other hikers, a march by the alpine terrain to a beautiful and long lake, with pure crystal water and probably very cold. We had some time to contemplate the beautiful scenery and taking pictures, talking and relaxing, when Tod remind us that if we ever wanted to do some rafting we had to hurry back . On the descent only Erik accompanied his father in the cabin and all the other took the back of the truck to feel the glacier wind as we ran to catch the boat .

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