México em números | Mexico in numbers

Nº de quilómetros percorridos: 3.500 Km

Dia de entrada: 30.10.2013

Dia de saída: 06.04.2014

Estadia: cerca de cinco meses

Maior distância diária percorrida: 100,85 Km

Melhor média diária: 21,28 Km/h

Nº máximo de dias ciclados sem descanso: 6

Nº de boleias apanhadas: 2

Nº de outros transportes apanhados: 1 barco, 4 autocarros

Nº de noites: 157

Nº de noites em que acampámos: 27

Nº de noites passadas em motéis/hostels: 47

Nº de noites pagas: 56

Nº de dias parados: 79

Nº de furos: 1

Nº de correntes nas bicicletas: 1 para cada um

Problemas com as bicicletas: 0

Nº máximo de dias sem tomar banho: 1 (se não contarmos com os dias de banhos salgados quando estivemos na praia).

Nº de estados visitados: 15 (Baja California; Baja California Sur; Sinaloa; Jalisco; Michoacán; Guanuajuato; Queretaro; Mexico DF; Mexico; Puebla; Oaxaca; Chiapas; Tabasco – menos de 24 horas; Campeche; Quintana Roos).

Dinheiro gasto: média de 830 € por mês.

Depois de seis meses passados nos Estados Unidos, a entrada no México foi temida, mas também bastante ansiada, e depois do primeiro choque cultural e de nos habituarmos a olhar além da superfície este país revelou-se em todo o seu esplendor! Dos desertos às praias, das montanhas à selva, das cidades coloniais aos vulcões, da diversidade cultural à gastronómica, da riqueza linguística à riqueza histórica, o México é um país fenomenal para visitar.

O percurso pelo México foi essencialmente determinado pelas sugestões dos locais e de outros viajantes, recorrendo à ajuda do nosso precioso Rough Guide, daí termos ziguezagueado bastante, já que havia muitas coisas interessantes para ver e visitar.

Não se revelou um país tão fácil para pedalar como os Estados Unidos, onde há muito mais infra-estruturas para acampar e tudo está mais preparado para receber ciclistas, mas isso acabou por despertar em nós uma maior capacidade de improviso e adaptação às circunstâncias. Ainda assim temos pena de não termos comprado cadeiras nos Estados Unidos uma que o tempo das mesas de piquenique já lá vai.

Se nos Estados Unidos fizemos 8.500 Km em seis meses, aqui passámos muito mais tempo parados, andámos de autocarro e puxámos menos por nós. Na verdade um dos grandes problemas do México são as pessoas. Uma vez em sua casa, ficar menos de dois dias é quase visto como uma ofensa, ficar doze já é mais razoável e mesmo assim sempre fica a frase: “porque é que não ficam mais um dia?”. E por isso passámos languidamente quase duas semanas nas nossas cidades favoritas, Guadalajara, Cidade do México e San Cristobal de Las Casas. Claro que isso já nos atrasou um pouco a viagem, mas se dos Estados Unidos saímos com a lição de que somos capazes de esforços físicos que nunca imaginámos, do México saímos a saber que não vale a pena correr. Agora vamos ver se encontramos o equilíbrio entre o papar quilómetros desmesuradamente e o deixarmo-nos ficar.

Ao contrário do que estávamos à espera gastámos mais € 30 por mês do que nos Estados Unidos, isto deve-se em parte aos autocarros que apanhámos, às visitas a monumentos e museus que fizemos (no México, apesar do valor ser baixo, tudo se paga), às vezes que comemos fora (não nos importamos, a comida mexicana é fantástica!), e aos hotéis em que ficámos, que apesar de terem um custo baixo, usámos mais vezes do que gostaríamos. Apesar de tudo sempre contribuímos para a economia local.

Mesmo tendo passado aqui cinco meses, o México é um país tão espantoso, com tanta coisa que ver, que poderíamos ter passado um ano só a viajar, fica por ver quase toda a Península do Yucatán, o Estado de Vera Cruz ou a costa de Oaxaca, só para dar alguns exemplos.

IMGP0179

No. of miles: 2175 miles

Arrival day: 30.10.2013

Day of departure: 06.04.2014

Stay: about five months

Greater daily distance: 63 miles

Best daily average: 13.22 miles per hour

Maximum number of days cycled without rest: 6

No. of rides caught: 2

No other transport caught: 1 boat, 4 buses

No. of nights: 157

No. of nights we camped: 27

No. of nights spent in hotels/hostels: 47

No. of paid nights: 56

No. of days without cycling: 79

No. of flats: 1

No. of chains on the bikes: 1 for each

Problems with the bicycles: none

Maximum number of days without showering: 1 (except for the days spent at the beach).

Number of states visited: 15 (Baja California; Baja California Sur; Sinaloa; Jalisco; Michoacán; Guanuajuato; Queretaro; Mexico DF; Mexico; Puebla; Oaxaca; Chiapas; Tabasco – less than 24 hours; Campeche ; Quintana Roos) .

Money spent: average of 1040 dollars per month.

After six months spent in the United States, the entry into Mexico was feared, but also longed for, and after the first culture shock and get used to look beyond the surface, this country revealed itself in all its splendor! From the deserts to the beaches, from the mountains to the jungle, from the colonial cities to the volcanoes, the culinary and cultural diversity, from the linguistic richness of the historical richness, Mexico is a phenomenal country to visit.

The route through Mexico was mainly determined by suggestions from the local people and other travelers, using the help of our precious Rough Guide, so we didn’t took a straight route, since there were many interesting things to see and visit.

Mexico did not revealed itself as a country as easy to pedal as the United States, where there is more infrastructure to camp and everything is ready to receive more cyclists, but it awoke in us a greater ability to improvise and adapt to circumstances. Still, would like to have bought some chairs in the United States since the time of the picnic tables is already gone.

If the United States we did 5,300 km in six months, but here we spent more time stopped, we took some bus and we didn’t push ourselves as muc. Indeed a major problem in Mexico is the people. Once at their home, staying less than two days is almost seen as an offense, staying twelve is more reasonable and even then there is always the phrase “why don’t you stay an extra day?”. And so languidly we spent nearly two weeks in our favorite cities, Guadalajara, Mexico City and San Cristobal de Las Casas. Of course this has set us back a little on the trip, but if we came out of the U.S. with the lesson that we are capable of more physical effort thanwe had ever imagined, we left Mexico knowing that is not worth running. Now let’s see if we can find the balance between cycling long miles and stopping for long periods of time.

Contrary to what we were waiting we spent 40 dollars a month more than in the United States, this is due in part to the buses that we took, the visits to monuments and museums we did (in Mexico, although the cost is usually low, everything is paid), sometimes we ate out (and we don’t care Mexican food is fantastic !), and we stayed in hotels, that despite having a low cost, were used more times than we would like. After all we contributed to the local economy which is not a bad thing.

Even having spent five months here, Mexico is as amazing country with so much to see , that we could have spent a year just traveling around the country, we still have to come back to see the Yucatan Peninsula, the state of Vera Cruz and the coast of Oaxaca, just to give some examples.

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