Lander, a cidade mais cool da Transamérica | Lander, the coolest city in Transamerica

De Rwalins a Lander foram mais dois dias duros pelo meio nada. Enfrentámos dias quentes, ventos de frente a velocidades incríveis (aparentemente já andamos em treinos para a Patagónia), estradas em construção com quilómetros e quilómetros de gravilha, bermas escassas e em más condições a coexistirem com condutores raivosos de carros e camiões e o meu (Sara) primeiro furo. Viajámos no Poney Trail, onde viajavam os primeiros colonos entre o Missouri e o vale do Oregon, aproveitámos ventos de trás que nos fizeram voar, e descemos uma montanha com paisagem lunar entre o dilema da diversão na velocidade ou a paragem para fotografias de paisagens extraterrestres.

Pelo meio passámos a noite em Jeffrey City, uma cidade abandonada, onde apenas resta um artista alcoólico e um bar que vai servindo de apoio aos ciclistas, e passámos a ser sete, já que reencontrámos dois ciclistas que tínhamos conhecido nos dois últimos dias no Kentucky, o Marteen (da Bélgica) e o Joe (da Costa Este), e ainda conhecemos um australiano que está a viajar sozinho numa auto-caravana e que se juntou a nós.

E depois veio Lander, e Lander é um oásis no meio do deserto. Para começar pudemos tomar um banho no hostel da cidade pela módica quantia de dois dólares, já de alma e corpo lavados dirigimo-nos ao bar com a maior esplanada da cidade, onde já estavam os nosso amigos e onde nos deliciámos com um belíssimo hamburguer. O Garry e o Evan já tinham feito amigos, entre eles a Angie, que muito simpaticamente, acolheu, nessa noite, seis ciclistas em sua casa, socorrendo-nos assim da maior ventania que alguma vez testemunhámos.

Foi assim que descobrimos que Lander é um tesouro escondido para os praticantes de escalada, e que tem uma das maiores escolas de outdoor do mundo, a NOLS. Como temos vindo a descobrir, partilhamos bastantes afinidades com os praticantes de desportos ao ar livre, e foi com bastante à vontade que nos integrámos na comunidade e que fomos conhecendo cada vez mais gente. Lander é uma cidade cheia de vida, com bons cafés e restaurantes, uma biblioteca fantástica e uma piscina pública com um jaccuzi e uma parede de escalada (para onde se sobe directamente da água, caindo para a mesma água quando se chega ao topo, ou a meio para alguns), e veio a revelar-se o sítio ideal para descansar por dois dias inteirinhos.

O melhor ainda estava para vir! Depois da noite em casa da Angie, mudámo-nos para o parque da cidade (grátis por três noites), e nós juntaram-se mais cinco ciclistas na primeira noite e mais dois na segunda. Decidimos assim fazer uma festa com um churrasco que partilhámos entre os treze ciclistas e mais alguns amigos.

IMGP2441

IMGP2448

IMGP6689

IMGP6695

IMGP6696

IMGP6699

IMGP6702

From Rwalins to Lander we had another two hard days in the middle of nowhere. We faced hot days, head winds at incredible speeds (apparently we are practicing to when we get to Patagonia), construction roads with miles and miles of loose gravel, poor shoulders coexisting with angry drivers of cars and semis and my (Sara) first flat. We traveled in Poney Trail, where the first settlers traveled between Missouri Valley and Oregon, we had some tail winds that almost made ​​us fly, and we came down a mountain with a lunar landscape divided between the dilemma of fun in the speed or stopping for photos of alien landscapes .

We spent the night in Jeffrey City, an abandoned city, where there is only one artist living there and a bar that serves as a support for cyclists, and we became seven, as we rediscover two cyclists we had met in Kentucky, Marteen (Belgium) and Joe (East Coast), and we also met an Australian guy who is traveling alone in a camper and who joined us for that night.

And then came Lander, and Lander is an oasis in the desert . To start we could take a shower at the hostel of the city for the modest sum of two U.S. Dollars, with our bodies and our souls washed we headed to the bar with the biggest terrace of the city, where our friends, who arrived first, were already socializing, and where we marveled with an awsome burger . Garry and Evan had made ​​friends, including Angie, who very kindly, hosted six cyclists that night, at her home, rescuing us of greatest windstorm we ever witnessed .

That’s how we discovered that Lander is a hidden gem for climbers, and has one of the largest schools in the outdoor world, NOLS. As we have come to discover, we have lots in common witoutdoor people, and it was easy to integrate that community and got to know more and more people. Lander is a city full of life , with good cafes and restaurants, a library and a fantastic public pool with a jacuzzi and a climbing wall (where you start climbing directly from the water, falling into the water when you reach the top, or for some, half of the wall), and it proved to be the ideal place to rest for two whole days .

The best was yet to come! After the night at Angie’s, we moved to the city park (free for three nights), where five more cyclists joyned us on the first night, and two more in the second. So we decided to have a party with a barbecue shared between thirteen cyclists and some friends.

Anúncios

Um pensamento sobre “Lander, a cidade mais cool da Transamérica | Lander, the coolest city in Transamerica

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s