Guatemala em números | Guatemala in numbers

Nº de quilómetros percorridos: 520 Km
Dia de entrada: 14.04.2014
Dia de saída: 16.05.2014
Estadia: um mês e dois dias
Maior distância diária percorrida: 96,41 Km
Melhor média diária: 16,62 Km/h
Nº máximo de dias ciclados sem descanso: 3
Nº de boleias apanhadas: 1
Nº de outros transportes apanhados: 7 shuttles, 1 ferry, 2 pick-ups
Nº de noites: 32
Nº de noites em que acampámos: 2
Nº de noites passadas em motéis/hostels: 12
Nº de noites pagas: 26
Nº de dias parados: 22
Nº de furos: 0
Nº de correntes nas bicicletas: 0
Problemas com as bicicletas: o Pedro trocou o aro da roda da frente
Nº máximo de dias sem tomar banho: nenhum, mas a maioria foram de água fria
Nº de distritos visitados: 6 (Petén; Alto de Verapaces; Sacatepéquez; Sololá; Escuintla; Santa Rosa).
Dinheiro gasto: 1160 €.
Melhor momento: os amigos em Antigua.
Pior momento: a passagem nas montanhas entre Raxjurá e Lanquin e o acidente.

A nossa passagem pela Guatemala foi algo bizarra e completamente fora das nossas expectativas. Depois dos primeiros dias maravilhosos, uma série de eventos, dificuldades e incapacidade de comunicação com a população local tornaram os dias neste país difíceis.

Provavelmente, por termos passado muito tempo em destinos turísticos, a ideia que temos do país não corresponde à sua realidade absoluta. Infelizmente grande parte da população vive na pobreza e os turistas endinheirados, em conjunto com as milhentas ONG’s que aqui trabalham, provocarão uma imagem distorcida de todos os estrangeiros. Evidentemente existem excepções e conhecemos algumas pessoas com quem tivemos conversas mais interessantes.

Os destinos escolhidos também influenciaram certamente o que gastámos. Esperávamos que a Guatemala fosse um dos países mais baratos da nossa rota, mas acabámos por gastar, mais em proporção, que nos Estados Unidos ou no México.

Apesar de tudo a Guatemala tem sítios únicos que gostámos muito de visitar como Tikal, Semuc Champey, Antigua ou o Lago Atitlan, e uma história recente violenta e atribulada que provavelmente justificará o facto dos seus habitantes serem um pouco mais fechados.

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Foto tirada pelo Miguel Justino aqui | Photo by Miguel Justino here
No. of miles: 323 miles
Day of arrival: 14.04.2014
Day of departure : 16.05.2014
Stay : one month and two days
Greater daily distance : 60 miles
Best daily average : 10.32 m/h
Maximum number of days cycled without rest : 3
No. of rides: 1
No. of other means of transportation: 7 shuttles, 1 ferry, 2 pick-up trucks
No. of nights: 32
No. of nights we camped: 2
No. of nights spent in motels: 12
No. of paid nights: 26
No. of days stopped: 22
No. of flats: 0
No. of chains on the bikes: 0
Problems with the bicycles: Pedro had to replace the rim of his front wheel
Maximum number of days without showering: none, but the majority were with cold water
No. of districts visited: 6 (Petén; Alto de Verapaces; Sacatepéquez; Sololá; Escuintla; Santa Rosa).
Money spent: 1160 €.
Best moment: friends in Antigua.
Worst moment: the mountains between Raxjura and Lanquin and Sara’s accident.

Our passage through Guatemala was somewhat bizarre and totally out of our expectations. After the first wonderful days, a serie of events, hardships and inability to communicate with the local population made our days in this country a bit hard.

Probably because we spent so much time in touristy places, the idea we have of the country may not correspond to it’s reality. Unfortunately a big part of the population lives in poverty, and the tourists full of money and lot’s of NGO’s might distort the way locals look at foreigners. Evidentemente existem excepções e conhecemos algumas pessoas com quem tivemos conversas mais interessantes.

Tle places we chose to visit also influenced what we spent. We hoped Guatemala would be one of the cheapest places in our trip, but we ended up spending more, proportionally, than in the United States os Mexico.

Despite everything Guatemala has some unique places, that we really enjoyed visiting such as Tikal, Semuc Champey or Lago Atitlán, and a recent story of violence and war that probably justify why it’s population is so closed regarding foreigners.

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3 pensamentos sobre “Guatemala em números | Guatemala in numbers

  1. 15Q Meal in the market comedors! Not that expensive! Interesting post though and Antigua was probably my favourite place too. Good Luck on the rest of your journey, we are currently chilling by a pool for free in El Salvador!

  2. Right Roberto, sure you can live only of 15 to 25 quetzal comedors and do nothing else, but you will not be very knowledgeable at the end of the run through the country… I believe our approach to the countries did not change that much from Mexico onward (USA being a world apart), and so the observations we make are therefore comparative with past experiences and very personal. That said, hope you’re enjoying El Salvador! The sea is amazing and we found the people very warm. And a final tip: crossing to Nicaragua, is really worth it to spend a few days in Jiquilillo. Have fun!

    Pedro

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